Mundo rosa

Maquiagem, cabelo, corpo,produtos dicas e muito mais.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Dicas de cuidados para beleza...

Cuidados com a pele ressecada e/ou descamativa:
  • não tome banhos muito quentes, eles retiram a oleosidade natural da pele.
  • evite se ensaboar demais e não use bucha, isso retira a hidratação natural da pele. Prefira sabonetes suaves, "hidratantes".
  • se tomar 2 banhos por dia, ensaboe o corpo todo em apenas 1 deles.  No outro, só ensaboe as áreas de dobra de pele (axilas, regiões inguinais e nádegas).
  • logo após o banho, com a pele ainda úmida, use um hidratante nas áreas ressecadas. Procure um dermatologista para saber qual o hidratante mais indicado para sua pele.
  • beba bastante água e coma frutas, legumes e verduras.

Cuidados com a pele oleosa:
  • evite usar hidratantes nas áreas de pele oleosa, eles raramente são necessários. Mesmo se logo após o banho, a pele parece ressecada, em pouco tempo a oleosidade natural vai retornar.
  • evite lavar a face com água quente, pois isso estimula a produção de mais oleosidade.
  • evite alimentos gordurosos.
  • beba bastante água e coma frutas, legumes e verduras.
  • só use filtros solares ou cosméticos com o rótulo oil free (sem óleo).
  • se, além de oleosa, a pele descama ou fica avermelhada ou com coceira, procure um dermatologista, você pode estar com dermatite seborréica.

Cuidados com os cabelos oleosos:
  • evite usar condicionadores próximo à raiz dos cabelos ou xampus que contenham condicionadores na sua fórmula (2 em 1).
  • evite lavar a cabeça com água quente.
  • evite alimentos gordurosos e bebida alcoólica.
  • beba bastante água e coma frutas, legumes e verduras.
  • cuidado com o estresse, ele pode aumentar a produção de oleosidade.
  • se além da oleosidade tem caspa e coceira, pode ser a dermatite seborréica. Neste caso, procure um dermatologista para o correto diagnóstico e tratamento.

Cuidados com os cabelos  ressecados e com pontas duplas:
  • use condicionadores após o xampu.
  • use regeneradores de pontas após o banho.
  • evite pentear frequentemente os cabelos.
  • evite fazer escova.
  • evite o calor intenso dos secadores.

Cuidados com as unhas:
  • não corte as unhas até o "sabugo", deixe sempre uma pequena porção da borda livre.
  • não corte as unhas dos pés pelos cantos, isso evitará que elas encravem.
  • não retire ou afaste as cutículas, elas protegem a matriz ungueal da ação de substâncias químicas e/ou microorganismos.
  • evite usar endurecedores de unha, eles podem causar ressecamento e manchas.
  • evite deixar as mãos úmidas por muito tempo. A umidade excessiva favorece o surgimento de micoses como o "unheiro".
  • deixar de usar esmaltes durante 1 semana por mês, usando um hidratante com uréia neste período, ajuda a evitar o ressecamento e desfolhamento das unhas.
  • qualquer alteração como bordas desfolhando ou quebrando, manchas, descolamento ou espessamento da unha, procure um dermatologista para o correto diagnóstico e tratamento.
Espero que gostem dessas dicas e não esqueçam de comentarem.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

S.O.S. ALAGOAS...

S.O.S. ALAGOAS

Em Maceió, população fecha ruas e põe grades em estabelecimentos para enfrentar a violência
AL registra em 2010 maior taxa de homicídio da história de um Estado; índice é igual a do país mais violento do mundo
Líder em assassinatos no país, AL tem mais carência de policiais do que efetivo nas ruas

MANIFESTO
S.O.S. SEGURANÇA EM ALAGOAS

Paraíso das Águas, Alagoas agora é também o Paraíso da Criminalidade. Um lugar privilegiado pelas mais belas praias, de gente acolhedora e hospitaleira, de gente que trabalha e tenta viver com dignidade, o Estado hoje lidera o índice nacional de ocorrência de homicídios. Em 2010, Alagoas bateu o triste recorde de 71,3 mortes por 100 mil habitantes, e assiste à banalização cotidiana dos pequenos crimes em suas ruas, praças, parques e praias.A população alagoana está acuada em suas casas. Um misto de sentimento de impotência e resignação coletiva reina nas cidades alagoanas. Os comerciantes não têm a quem recorrer e é quase impossível, encontrar, entre eles, quem não tenha sofrido um assalto ou qualquer outra violência.
São grades bizarras, portas pesadas e sempre fechadas, muros colossais, cercas elétricas e antiestéticas, câmeras, circuitos fechados e outros tantos recursos que revelam a triste arquitetura do medo.
Mais de 30 taxistas foram assassinados apenas em 2010. Assim como moradores de rua são mortos, policiais são mortos, cidadãos de todas as faixas são atingidos por uma violência que corrói o tecido social alagoano.
O crack, que se impregnou na miséria das periferias, devasta famílias, principalmente as mais pobres, fabricando perigosos zumbis com mães em absoluto desespero e desamparo.
Pequenos assaltos a pedestres para o roubo de celulares, relógios, joias ou qualquer outro objeto nos ônibus, nas ruas, praças, em todo o lugar, já não entram nas estatísticas da violência urbana. Isso é “besteira” diante de tanta impunidade.
As escolas públicas, que deveriam e podem ser a redenção de uma sociedade, em Alagoas estão em condições precárias e são furtadas e depredadas diariamente.
Hordas de pequenos assaltantes, saqueadores, moto-marginais, verdadeiros predadores, estão à espreita, prontos para agir ao menor descuido ou relaxo.
Presídios em condições deploráveis, os piores do país, e o pior salário para policiais, completam um quadro desesperador para os alagoanos.
Como se não bastasse a hegemonia de Alagoas em mortalidade infantil, o Estado encabeça as estatísticas da violência urbana no Brasil. Alagoas fechou 2010 com a maior taxa de homicídios que um Estado brasileiro já registrou. Segundo dados da Secretaria de Estado de Defesa Social (SDS), foram contabilizados 2.226 assassinatos no ano passado, o que significa uma taxa de homicídios de 71,3 para cada 100 mil habitantes. Não estão inclusos no número os latrocínios (roubo seguido de morte), o que não deixa de ser um absurdo inexplicável, a exclusão desses números nas estatísticas.
Para a OMS (Organização Mundial de Saúde), taxas acima de 10 homicídios para cada 100 mil ao ano já são consideradas epidêmicas. O país registra, segundo o estudo “Mapa da Violência 2010: Anatomia dos Homicídios no Brasil”, taxa de homicídio de 25,2 mortes para cada 100 mil habitantes.
Diante das deficiências graves e assustadoras que se abatem sobre Alagoas, pergunta-se: qual próxima tragédia afligirá os alagoanos?
Tudo isso sob um estranho e condescendente comportamento da sociedade alagoana, que não enxerga a urgência de se mobilizar e exigir, seja lá de quem for, ações e políticas públicas. Não se trata de reivindicar a pavimentação da rua ou a melhoria no abastecimento de água, reivindicações legítimas, mas que estão longe de ser o resgate do maior patrimônio que uma cidade pode ter: a qualidade de vida de seus cidadãos, que hoje se traduziria em segurança para um mínimo de paz.
Nesse quadro terrível, o maior perigo é a falta de esperança e a desmobilização da população alagoana, a descrença no poder público, que deveria adotar, urgentemente, medidas para reduzir drasticamente os índices de violência em Alagoas.
.Se você concorda com este manifesto, se quer mostrar indignação com o que estão fazendo em nosso Estado e acredita que uma mobilização popular pode, sim, fazer a diferença e ser um marco histórico de cidadania em Alagoas,e, por favor, passe-a adiante.
Em tempo :
Até quando iremos suportar essa situação, perdemos o direito constitucional de ir e vir, não podemos mais sair de nossas residências, as praças públicas estão dominadas pelos desempregados e viciados em qualquer tipo de drogas.
A chamada POLÍCIA COMUNITÁRIA a mais de 10 anos anunciada, não passa de uma mera fantasia usada em alguns momentos como falsa propaganda POLÍTICA PARTIDÁRIA . O BATALHÃO de polícia escolar idem ... idem. A POLÍCIA MUNICIPAL idem.. idem... essa deveria atender a guarda das praças em geral , muito mau atende a Ponta Verde/ Jatiuca /turistas e moradores privilegiados. A policia CIVIL nada investiga quando não está de greve sequer faz um chamado B.O e nunca tem combustível para atender as ocorrências e a inteligencia é igual a dos políticos secretários .Será que teremos de copiar o modelo CARIOCA das UPP - unidade de polícia pacificadora que ao que tudo indica não passa de uma (moderna) versão de .P.C.E.Q.G - POLICIA COMUNITÁRIA ENGANA QUE EU GOSTO.


Fonte original: S.O.S Alagoas

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Os buracos não deixam de existir...

Se pensarmos na vida como um longo caminho,
podemos fazer analogias interessantes.
A começar pelos tão comentados obstáculos
que temos de aprender a ultrapassar ao longo dos anos...

Uns maiores, outros menores,
cada qual traz consigo seu nível de dificuldade,
suas conseqüentes dores e seus preciosos aprendizados.
Mas hoje quero falar, sobretudo, dos buracos.
Alguns rasos, outros nem tanto.
E existem também aqueles que, de tão profundos,
quando caímos neles costumamos usar a expressão
"cheguei ao fundo do poço!". 

É claro que ninguém gosta de cair em buracos.
Por menores e mais rasos que sejam,
no mínimo nos desestruturam
 e nos fazem perder o "rebolado".
Mas o fato é que eles fazem parte de todos os caminhos,
de todas as pessoas, sem exceção,
embora sejam sempre únicos.
O problema é quando alguém busca conhecimento,
estuda e se sente tão crescido
que passa a acreditar que isso é o suficiente
para eliminar os buracos de seu caminho,
para fazer com que eles simplesmente não existam mais.
Iludido e enganado por si mesmo,
 ao se deparar com um,
vai ter de lidar ainda com a decepção, a frustração
 e a sensação de que toda busca não valeu de nada!
Não caia nesta armadilha!
Saiba de antemão que os buracos vão existir pra sempre.
A diferença entre quem está
consciente de si e de seu caminho
e quem não está,
é que o primeiro vai saber evitar o tombo
desviando a tempo do buraco
ou, pelo menos, levantar, sair dele
e seguir em frente mais rapidamente
e, tomara, menos machucado.
E tem mais:
podemos perceber, com a repetição de nossas quedas,
que muitos dos buracos de nossos caminhos
 são incrivelmente parecidos,
justamente porque a função deles
é nos ensinar a mais difícil de todas as lições.
Portanto, se sua lição mais difícil
é aprender a ser menos teimoso, ou menos ansioso,
ou menos inseguro, ou menos desconfiado,
note bem:
toda vez que você se distrai
ou acelera o passo mais do que deveria,
cai num buraco em que parece
 já ter caído inúmeras vezes antes.
Não é o mesmo! É outro! É novo!
Ele se repete à frente para que você acorde
e, a cada queda,
consiga levantar com mais habilidade,
e seguir em frente não reclamando
e se lamentando por ter caído mais uma vez;
não se criticando e se culpando
por ter sido estúpido novamente.
Não!
Não há nenhuma estupidez na repetição do aprendizado,
mas sim vivência, privilégio e sabedoria!
Assim, se você está agora no chão,
se acabou de cair num buraco do seu caminho,
não se sinta uma vítima e sim um escolhido pelo Universo
para se tornar mais forte e mais preparado.
Erga-se, mesmo doendo.
Saia do buraco, mesmo chorando.
E dê um passo à frente,
e depois outro e outro,
com a certeza de que pode ir
bem mais longe...
Outros buracos virão.
Novas cicatrizes ficarão cravadas em sua alma.
E tudo isso será a prova
de que você não veio como espectador
e nem como coadjuvante de sua história.
Você veio como protagonista
e vai chegar até o fim
com a dignidade de quem
não apenas cumpriu o seu destino,
mas o esculpiu
com coragem, fé e atitude!